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Salvador,21/06/2026

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Monaliza Matta

Empreendedorismo atraves da literatura

Bienal do livro da Bahia


Empreendedorismo atraves da literatura

NA BIENAL DO LIVRO 2026 - PÁGINAS, PROPÓSITO E  EMPREENDEDORISMO LITERÁRIO.

A bienal do livro afirma o que muitos ainda estão começando a entender: o livro não é apenas cultura é também movimento, identidade e oportunidade. diretamente dos corredores cheios e dos estandes pulsando histórias a bienal se consolida como um dos maiores espaços de conexão entre leitores e autores empreendedores do brasil, e pra mim essa experiência vai além desta matéria como colunista deste portal acompanhei de perto o impacto cultural que a bienal gerou.

Além disso também eu estava presente como escritora, não apenas alguém que conta histórias mais vive o processo de escrever-las, publica-las e compartilha-las. participei da bienal no projeto Entre Palavras e marés vozes - femininas da Editora Cógito juntamente com a Ajeb- Associação de Jornalistas Escritoras do Brasil coordenacao Bahia onde na sala da Fundação Pedro Calmon cujo nome é vozes da bahia que alem de  valorizar os autores locais fortalece a literatura como instrumento de expressão identidade e transformação social, e no estande dos Autores Independentes do Brasil, com o livro Mulheres Inspiradoras da Editora instituto mulheres inspiradras de Gal Pereira.

Mas literatura também é um negócio e por muito tempo a escrita foi vista apenas como vocação hoje ela também é estratégia e a bienal deixa isso vidente autores independentes editores, projetos sociais, academia literárias e criadores de conteúdo ocupando espaços não apenas para livros mais para construir marcas, posicionamento e fontes de renda,  a literatura entrou definitivamente no ecossistema de empreendedorismo, escrever um livro hoje pode significar autoridade no mercado, expansão de negócios, monetizacao através de palestras, cursos e mentorias e  construção do legado.

isso muda tudo o escritor que decide, cresce e a decisão de se posicionar e investir na própria história faz com que o livro seja a porta e não ponto final.

Na bienal o que mais se viu não foi apenas escritores e sim pessoas que decidiram transformar suas vivências em impacto e quem pensou que a modernidade, o celular e as redes sociais iam tirar a força e o peso de um livro,  estavam muito enganados e a Bienal, surge como uma ponte entre ações e  realizaçãoes, afinal livros contam histórias mas também constrói futuros.


MONALIZA MATTA




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